Argentina anuncia medidas para combater efeitos econômicos do coronavírus


Martin Guzmán disse que vai destinar uma verba adicional de 100 bilhões de pesos (US$ 1,58 bilhão) em obras públicas. Casa Rosada, sede da presidência argentina
Reuters/Agustin Marcarian
O ministro da Economia da Argentina, Martin Guzmán, prometeu um pacote de medidas “decisivas”, incluindo isenções fiscais e investimentos estatais maiores em infraestrutura para proteger a já vulnerável economia do país do impacto da pandemia global do coronavírus. 
Guzmán afirmou a jornalistas que o país vai destinar uma verba adicional de 100 bilhões de pesos (US$ 1,58 bilhão) em obras públicas para ajudar a impulsionar a economia que tem sido atingida por uma recessão nos últimos dois anos.  
“Estamos aqui para tomar ações decisivas para garantir que a atividade econômica irá funcionar”, disse Guzmán. 
Casos na Argentina
A Argentina registrou 65 casos confirmados e duas mortes, de acordo com os últimos dados. O país fechou as fronteiras e ordenou medidas severas de isolamento para desacelerar a propagação da doença. 
O governo anunciou mais cedo as medidas, que incluem pagamentos únicos a para pessoas com assistência social e infantil e para aposentados, para ajudar os grupos mais vulneráveis diante do quadro de pandemia. 
As últimas medidas envolvem isenção fiscal aos setores mais atingidos, fortalecendo as garantias de emprego e garantindo o fornecimento de alimentos em cozinhas comunitárias para os mais pobres. Os investimentos públicos seriam focados principalmente em educação e turismo. 
O governo também lançará um pacote de 350 bilhões de pesos de crédito mais barato “para garantir a produção e o fornecimento de itens básicos de alimentos e para impulsionar atividades e financiar a operação da economia”. 

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