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No programa Conversa com Bial, ex-ministro falou como candidato à Presidência e citou o economista como um dos integrantes de sua equipe. Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central
Wilton Junior/Estadão Conteúdo/Arquivo
Citado por Sergio Moro como o seu principal conselheiro econômico para a disputa presidencial de 2022, Affonso Celso Pastore já foi presidente do Banco Central e é um dos economistas mais atuantes no debate econômico do país.
Doutor em economia pela Universidade de São Paulo (USP), Pastore foi presidente do BC entre 1983 e 1985, durante o governo do ex-presidente João Figueiredo, o último da ditadura militar. Em seu mandato, Pastore participou de negociação com o Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a dívida externa brasileira e enfrentou um período de elevada inflação.
Na gestão pública federal, também integrou a equipe de Antonio Delfim Netto no Ministério da Fazenda.
Nesta semana, em entrevista concedida ao programa Conversa com Bial, Moro se colocou como pré-candidato ao afirmar que está pronto para ser candidato à Presidência da República em 2022. Também revelou que Pastore tem sido seu principal conselheiro na economia.
Moro afirma que é pré-candidato à presidência
“O problema é que esse projeto ainda está sendo construído e a partir do momento em que se revelam nomes, as pessoas ficam sob uma pressão terrível. Eu vou revelar um, e vou pedir escusas para não revelar outros: no nível macroeconômico quem tem me ajudado é um economista de renome, um dos melhores nomes do país, alguém que eu conheço há muito tempo, que é o Affonso Celso Pastore”, informou Moro no programa Conversa com Bial.
Critico do governo Bolsonaro
Pastore tem sido um crítico da gestão econômica do governo Jair Bolsonaro.
Em entrevista concedida ao g1 no passado, ele criticou a atuação do governo Bolsonaro no combate ao avanço da pandemia de coronavírus e previa uma recuperação bastante custosa. Também questionou o rumo das contas públicas com Bolsonaro mirando a eleição presidencial de 2022.
“Ele (Bolsonaro) tem um objetivo de se reeleger em 2022. Talvez, seja o maior objetivo do seu governo, não é propriamente o bem estar dos brasileiros. Se fosse o bem estar dos brasileiros, ele não teria negado a pandemia do jeito que negou lá atrás”, afirmou Pastore em setembro do ano passado.
Fora do governo, Pastore lecionou na USP e na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é um dos fundadores do Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), órgão que reúne economistas e pensadores do país.
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