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Quem está começando a investir em ações costuma ter muitas perguntas: como saber se um papel está caro? Como escolher o melhor momento para comprar? Quando vender?

Uma das dúvidas comuns entre os investidores diz respeito a um dos mais importantes conceitos no mundo da renda variável: a diversificação.

É sobre isso que o leitor Gustavo quer saber, e a newsletter InfoMoney Responde deu os detalhes na edição de sexta-feira (19). Confira abaixo:

Ao montar uma carteira de ações, é melhor variar muito ou apenas dentro de um mesmo setor?
Gustavo B.

Um dos ditados clássicos nos investimentos é o que recomenda não colocar todos os ovos em uma cesta só. Ele diz respeito à diversificação, uma estratégia muito conhecida que, na prática, ajuda a reduzir os riscos de uma carteira.

Mas como? Tipos diferentes de investimentos costumam oscilar de forma distinta. Quando um está em queda, outros podem registrar ganhos. Isso ocorre porque acontecimentos que beneficiam um setor da economia podem ser ruins para outro.

Pense na cotação do dólar, por exemplo. O câmbio valorizado costuma ser positivo para as empresas exportadoras, que ganham mais, em reais, pelos produtos que vendem no exterior, em dólares. Pode ser um fator de estímulo à valorização das ações dessas companhias.

Já as companhias que dependem de insumos importados tendem a sofrer com a mesma situação. Um investidor que tivesse apostado todas as suas fichas nessas empresas poderia ter prejuízo. Mas estaria mais protegido caso dividisse os investimentos entre os dois tipos de negócios.

“Deve-se diversificar, pois a queda em uma ação pode ser compensada pela subida de outra”, reforça Letícia Camargo, planejadora financeira certificada (CFP).

Uma forma de diversificar ao montar uma carteira de ações é escolher papéis de empresas que atuam em segmentos distintos, como produtoras de commodities, varejistas, prestadoras de serviços públicos, integrantes do sistema financeiro, entre tantas outras.

Letícia, no entanto, sugere que a diversificação abranja outros aspectos também, além dos setores em si.

Em um mesmo segmento, é possível encontrar ações “de valor” (ou value, como se convencionou chamar os papéis de empresas com bons fundamentos, porém com preços descontados) e “de crescimento” (ou growth, que, embora já se considere que estão valorizadas pelas métricas tradicionais, embutem um potencial de alta ainda maior em função da perspectiva de crescimento). Elas podem responder aos mesmos eventos com comportamentos diferentes.

É possível, ainda, diversficar entre large caps – ações de empresas com valor de mercado elevado – e small caps, com valor de mercado modesto. E por aí vai.

Não há uma regra sobre quantas ações diferentes é preciso ter para que uma carteira seja considerada diversificada. Alguns analistas falam em três a cinco papéis, para quem está começando. Outros sugerem dez ou mais.

Mais relevante do que a quantidade em si é a escolha dos papéis. “É importante que os papéis da carteira tenham baixa correlação entre si, ou seja, que eles não se movam na mesma intensidade e direção”, diz Letícia.

Um exemplo: “Não adianta o investidor achar que comprando PETR3 [ações ordinárias da Petrobras] e PETR4 [ações preferenciais] estará diversificando a carteira de forma eficiente”, diz. Embora sejam duas ações diferentes, são da mesma empresa e, por isso, eventos que levam uma delas a cair provavelmente terão o mesmo efeito sobre a outra. Não há redução de riscos nesse caso.

Segundo Letícia, uma diversificação eficiente é feita com ações de baixa correlação – ou, de preferência, correlação negativa. Aplicações com correlação negativa são aqueles que costumam se mover em direções opostas diante dos mesmos fenômenos.

Para saber mais sobre como investir em ações, confira o guia do InfoMoney sobre como dar os primeiros passos no mercado.

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