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SÃO PAULO – Analistas da XP apontam que a representatividade dos fundos imobiliários de CRI (certificados de recebíveis imobiliários) no Ifix – Índice dos FIIs mais negociados na Bolsa – cresceu nos últimos dois anos, atenuando a queda do indicador nos últimos meses. Em 2021, o índice já acumula perdas de quase 9%.

Marcos Regino, head da mesa de fundos imobiliários da XP, e Vinícius Duarte, da área de trading, estratégia e conteúdos da corretora, destacaram que a participação dos fundos de CRI passou de 22% para 37% desde outubro de 2019. Eles participaram de live com Marcos Baroni, especialista em FIIs.

Os fundos de CRI – também chamados de fundos de “papel”, por investirem em títulos do setor imobiliário atrelados a índices de inflação ou à taxa do CDI (certificado de depósito interbancário) –acabaram se beneficiando do cenário de elevação dos preços e dos juros. Isso, consequentemente, impediu um desempenho ainda pior do Ifix.

Ao monitorar o mercado, Regino afirmou também perceber que os fundos multimercados estão se desfazendo dos fundos imobiliários em busca de melhores oportunidades na Bolsa e na própria renda fixa. Como as pessoas físicas, historicamente compradoras, não conseguem absorver esse volume de vendas, as cotações tendem a ficar ainda mais pressionadas, de acordo com o analista.

Na sessão desta quarta-feira (17), o Ifix iniciou o pregão em alta. Às 11h20, o indicador registrava elevação de 0,04%, aos 2.613 pontos.

Maiores altas desta quarta-feira (17):

TickerNomeSetorVariação (%)
RVBI11VBI ReitsTítulos e Val. Mob.3,28
FIGS11General ShoppingShoppings2,32
RBED11Rio Bravo Renda EducacionalOutros2,01
XPPR11XP PropertiesOutros1,63
KISU11KILIMATítulos e Val. Mob.1,63

Maiores baixas desta quarta-feira (17):

TickerNomeSetorVariação (%)
SPTW11SP DowntownLajes Corporativas-1,9
AIEC11Autonomy EdifíciosLajes Corporativas-1,6
PATC11Pátria Edifícios CorporativosLajes Corporativas-1,33
PORD11Polo RecebiveisTítulos e Val. Mob.-1,29
RCRB11Rio Bravo Renda CorporativaLajes Corporativas-1,21

Fonte: B3

Fundo Iridium fará oferta de quase R$ 500 milhões, CSHG investe R$ 160 milhões em áreas nobres de São Paulo e outros assuntos

Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relevantes:

Iridium (IRDM11) aprova emissão de quase R$ 500 milhões

Em Assembleia Extraordinária Geral do fundo Iridium Recebíveis (IRDM11), os cotistas aprovaram a realização da 11ª emissão de cotas do fundo, focado no investimento em CRIs (certificados de recebíveis imobiliários). O valor da oferta está estimado em R$ 498 milhões.

Os mais de 204 mil cotistas atuais terão direito à preferência na subscrição das novas cotas e o fator de proporção será de 17%. O período para manifestar o interesse na emissão começa no dia 24 de novembro e vai até o dia 7 de dezembro.

Segundo fato relevante divulgado na noite de terça-feira, o preço unitário das novas cotas será de R$ 99,75. Na última sessão, as cotas do Iridium fecharam valendo R$ 107,11. Em 12 meses, o ativo registra desvalorização de 13%.

Em novembro, o fundo anunciou a distribuição de R$ 1,36 por cota, equivalente a um retorno com dividendos de 1,26% no mês. Atualmente, o portfólio do Iridium é formado por quase 60% de CRIs. O indexador predominante na carteira é o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo – presente em 47% dos ativos.

CSHG (HGRS11) sinaliza investimento de R$ 160 milhões em áreas nobres de São Paulo

O fundo CSHG Residencial assinou compromisso de compra e planeja investir quase R$ 160 milhões em 110 unidades residenciais em regiões nobres da capital paulista.

O fundo deve pagar R$ 51 milhões em 43 unidades do Luminus Jardins, na Rua José Maria Lisboa, no Jardim Paulista. Os imóveis totalizam uma área privativa de 2,9 mil metros quadrados. De acordo com comunicado ao mercado, as obras do condomínio já foram finalizadas.

Na zona oeste da cidade, o CSHG também investirá R$ 106 milhões em 67 unidades do Faria Lima, empreendimento localizado na Rua Henrique Monteiro, região da Rebouças. O espaço atualmente está em fase de obras e deverá ser concluído no primeiro semestre de 2022. Juntas, as unidades somam 7 mil metros quadrados.

O fundo explica que os ativos foram desenvolvidos e construídos seguindo os mais altos padrões de construção e acabamento e serão destinados à locação residencial de médio e longo prazos. O contrato prevê a entrega das unidades mobiliadas, incluindo acabamento, mobiliário, enxoval e utensílios completos de alto padrão.

O impacto da transação na distribuição de rendimentos por cota será detalhado pelo CSHG apenas depois da conclusão do negócio.

Locatário quer troca de indexador em contrato com REC Renda (RECT11)

A Agaxtur, agência de viagens e turismo, pediu na Justiça a mudança do índice de correção previsto no contrato de locação firmado com o fundo REC Renda Imobiliária até 2025.

A empresa ocupa imóvel de quase 2 mil metros quadrados no Jardim América, em São Paulo (SP), e reivindica que o valor do aluguel seja atualizado pelo IPCA e não mais pelo IGP-M – Índice Geral de Preço Mercado – como prevê o contrato. O primeiro acumula alta de 10,6% em 12 meses, contra 21% do segundo.

De acordo com o FII, a Justiça negou o pedido de urgência solicitado na análise do caso. O fundo promete tomar as medidas cabíveis em relação à ação proposta pelo inquilino.

Dividendos de hoje

Confira os fundos imobiliários que distribuem rendimentos nesta quarta-feira (17):

TickerFundoRendimento (R$)
CVBI11VBI CRI1,12
RVBI11VBI Reits0,75

Fonte: InfoMoney

Giro imobiliário: Mais de 60% das lojas de shoppings participarão da Black Friday; vale a pena investir em FIIs do segmento? 

Vale a pena investir em fundos imobiliários de shoppings?

Um dos segmentos favoritos de fundos imobiliários antes da pandemia do COVID-19, os FIIs de shoppings dividem a opinião de analistas e investidores atualmente. O setor foi um dos mais prejudicados com as restrições impostas no período e até hoje tenta recuperar a confiança. Com a chegada do final de ano, período favorável para os complexos, e a forte desvalorização das cotas nos últimos meses, vale a pena investir nos fundos de shopping?

O tema foi destaque na edição desta terça-feira (16) do Liga de FIIs. Produzido pelo InfoMoney, o programa tem apresentação de Maria Fernanda Violatti, analista da XP, Thiago Otuki, economista do Clube FII, e Wellington Carvalho, repórter de fundos imobiliários do InfoMoney.

Os especialistas afirmam que os fundos de shoppings devem, sim, ser considerados, mas com cautela e seletividade. Mais análises você confere no vídeo abaixo.

Mais de 60% dos lojistas de shoppings participarão da Black Friday

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), feita em todo o País, mostrou que 62,5% dos 1,2 mil associados farão promoções em seus pontos de venda durante a Black Friday, no fim de novembro, enquanto 18,8% dos lojistas gostariam de participar da data, porém, não conseguirão devido ao aumento de custos, que pressiona os preços e as margens de venda.

Os que admitiram que não vão participar são 12,5% e os que apostarão apenas em promoções via internet, em plataformas de e-commerce, somam 6,2%.

Mesmo assim, a expectativa da Alshop com relação à data é positiva, podendo superar os números de 2020 em 5%. “Sabemos que o varejo tem se erguido aos poucos, e mesmo diante da alta dos preços, em conversas com outros empresários, há muito mais otimismo para essa nova fase”, disse Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop.

Leia mais:

  • Pesquisa aponta que 62,5% dos lojistas de shoppings participarão da Black Friday

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