O presidente Jair Bolsonaro vetou o nome do ex-deputado federal Alexandre Baldy (PP-GO) para ocupar um posto de articulação política no Ministério da Economia. A pasta anunciará nesta semana uma restruturação em três secretarias e a criação da secretaria especial de Estudos Econômicos.
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Conforme o blog apurou, o nome de Baldy era costurado pela área politica do governo e tinha o aval não só do ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, mas de lideranças do PP na Câmara do Deputados.
Pesou na decisão de Bolsonaro o fato de Baldy ter sido secretário do governo de João Doria, em São Paulo, adversário político do presidente e pré-candidato ao Planalto pelo PSDB.
Outro fato que desagradou Bolsonaro é que Baldy pode ser candidato ao Senado por Goiás, estado em que o governo estuda outros nomes para apoiar.
O Centrão tenta ampliar seu espaço político no governo e até agora teve pouca entrada na área comandada por Paulo Guedes — recentemente o Ministério da Economia perdeu a área do Trabalho e Previdência, que foi transformada em ministério para abrigar Onix Lorenzoni, que é considerado cota pessoal de Bolsonaro.
Baldy, que já foi ministro das Cidades no governo de Michel Temer, é considerado dentro do Congresso um bom articulador.
Conforme o blog antecipou na sexta-feira, o Ministério da Economia terá uma nova secretaria especial de Estudos Econômicos, a ser ocupada por Adolfo Sachsida, atual Secretário de Política Econômica, e trocas em outras duas áreas — a Receita Federal, para onde ira o auditor Julio Cesar Vieira Gomes, e de Produtividade, que será ocupada por Daniela Marques, braço-direito de Paulo Guedes.
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