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Roupas usadas em Europa, Estados Unidos e Ásia vão parar em lixões no Atacama e em Gana. Desfile em Israel apresenta roupas feitas com lixo para aumentar consciência ambiental
Uma jaqueta feita de pontas de cigarro, um vestido de noiva com plástico-bolha e caixas de papelão encontradas na praia estavam entre as roupas apresentadas em um desfile de protesto em Tel Aviv, em Israel, nesta sexta (19).
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“Ninguém deve morrer pela moda”, dizia um cartaz de artistas israelenses que buscavam aumentar a conscientização sobre os altos custos ambientais da indústria da moda.
“Eles simplesmente compram e compram e as roupas vão para países do terceiro mundo que as queimam”, disse Eden Machnai, de 23 anos. “Não há razão para não comprarmos de segunda mão.”
Roupas viram lixão
No Chile, o deserto do Atacama abriga lixão tóxico da moda descartável do 1° mundo
Nos dois últimos meses, duas reportagens mostraram os lixões de roupas que causam impacto ambiental em Gana e no Chile.
Nos dois países, os lixões clandestinos são os destinos finais de roupas que se compram, vestem e descartam nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia.
Gana recebe mais de 15 milhões de peças por semana. Muito do que chega nos lotes do exterior são peças de baixa qualidade ou danificadas, herdadas do mercado da “fast fashion”. Poucas pessoas querem comprar esses produtos, fazendo com que fiquem encalhados e acabem sendo descartados em aterros, que já estão sobrecarregados.
No deserto do Atacama, são montanhas que crescem cerca de 59 mil toneladas por ano entrando na zona franca do porto de Iquique, a 1.800 quilômetros de Santiago.

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