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O governo tinha retirado cinco credenciais. Duas foram restituídas no dia seguinte, e outras duas serão restituídas nesta quarta-feira. EUA acusam Cuba de intimidar manifestantes para silenciar protestos
O governo de Cuba vai restituir duas credenciais de imprensa à equipe da agência espanhola EFE que trabalha na ilha. No sábado os jornalistas tiveram a autorização para trabalhar cassada. Nesta quarta-feira (17), o Ministério de Relações Exteriores da Espanha informou que as credenciais serão devolvidas.
O ativista da oposição Yunior Garcia Aguilera aparece na janela de sua casa com uma flor branca, em Havana, no domingo (14), véspera da manifestação que ajudou a organizar em Cuba
AP Photo / Ramon Epinosa
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Uma manifestação estava marcada para acontecer em algumas cidades cubanas na segunda-feira (15). No sábado, o governo do país retirou credenciais de cinco jornalistas da EFE sem apresentar um motivo específico, segundo o diretor de redação da agência em Havana, Atahualpa Amerise. No domingo, dois deles receberam de volta as permissões para trabalhar na ilha. Agora o governo vai devolver a credencial a outras duas pessoas.
A EFE tem três redatores, dois fotógrafos e um cinegrafista, além do diretor de redação em Cuba.
Líderes de protestos não conseguiram sair de casa
A manifestação da segunda-feira era pela libertação de presos políticos, mas os líderes não conseguiram sair de suas casas.
Vários líderes da dissidência foram presos, incluindo Manuel Cuesta Morua, vice-presidente do Conselho para a Transição Democrática. A esposa dele, Nairobi Suárez, contou à RFI como Morua foi detido:
“Era uma da tarde, nós saímos para a manifestação e ele foi abordado na saída de casa. Um policial da segurança do Estado o colocou dentro de uma viatura. Não sabemos para onde o levaram, estou sem notícias. Só me resta esperar para ver o que acontece. Estão nos ameaçando constantemente. Eu também já estive presa por 24 horas. Sempre ameaçam nos prender, dizem que vamos desaparecer. O governo cubano está acostumado a fazer isso com todos os opositores.”
Nas redes sociais, alguns cubanos postaram fotos suas vestidos de branco, como pedia a convocação do protesto, mas a grande manifestação planejada não aconteceu. Muitos policiais uniformizados e à paisana rondavam as ruas de Havana.
O ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodriguez, zombou de uma “operação fracassada” dos Estados Unidos para desestabilizar Cuba por meio dessa manifestação pela libertação de presos políticos.
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