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Para deputados peruanos, o ex-presidente da Bolívia interfere em assuntos da política doméstica do país que não é o dele. Imagem de Evo Morales durante entrevista no dia 6 de janeiro de 2020
Matias Baglietto/Reuters
Uma comissão de legisladores peruanos decretou na segunda-feira (22) que Evo Morales, um dos ex-presidentes da Bolívia, é persona non grata (expressão em latim que significa pessoa não bem-vinda) no Peru por causa de seu ativismo político no país que não é o dele.
Evo foi declarado persona non grata pela Comissão de Relações Exteriores, liderada pelo deputado Ernesto Bustamente.
O texto dos deputados diz que Evo faz um ativismo político negativo no Peru e que o boliviano exerce ingerência e intromissão na agenda política, social e econômica do governo do Peru “em claro prejuízo aos interesses do povo peruano”.
Para os deputados, desde julho Evo faz reuniões no Peru e dá declarações que eles classificaram como ingratas e que seriam uma indicação de que o boliviano tem uma agenda política de acordo com interesses estrangeiros.
Veja abaixo um vídeo da volta de Evo Morales à Bolívia depois de um ano exilado.
Ex-presidente Evo Morales volta à Bolívia depois de quase um ano exilado na Argentina
A Comissão de Relações Exteriores do Congresso do Peru pediu para que a entrada de Evo seja proibida no país e pediu aos ministérios do Interior e da Defesa para tomar as ações necessárias.
Tentativa anterior
No dia 19 de agosto, o Congresso do Peru votou uma moção para declarar Evo como persona non grata. Na ocasião, a proposta foi rejeitada.
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