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Kyle Rittenhouse, de 17 anos, foi preso em agosto após balear duas pessoas em manifestações contra o racismo em Kenosha. Júri considerou que ele agiu em legítima defesa. Flor é vista ao lado de pintura feita pela polícia para marcar local onde manifestante foi baleado em Kenosha, Wisconsin, na quarta-feira (26
AP Photo/Morry Gash
O adolescente acusado de assassinar duas pessoas durante um protesto contra o racismo em Kenosha, nos Estados Unidos, foi considerado inocente nesta sexta-feira (19) pelo tribunal do Júri que considerou que ele agiu em legítima defesa.
Kyle Rittenhouse, de 17 anos, matou Joseph Rosembaum e Anthony Huber durante uma das várias manifestações antirracistas na cidade em agosto. Os atos ocorriam em repúdio ao caso Jacob Blake, homem negro baleado por um policial branco durante abordagem em Kenosha. Uma terceira pessoa foi baleada pelo adolescente, mas foi levada ao hospital e sobreviveu.
Kylie Rittenhouse, adolescente acusado de assassinato em protesto contra o racismo, é ouvido em tribunal de Waukegan, em Illinois (EUA), em 30 de outubro
Nam Y. Huh/Pool via Reuters
Relembre no vídeo abaixo.
Vídeo mostra homem armado atirando durante protesto em Kenosha, nos EUA
A defesa do acusado diz que ele atirou “em legítima defesa”. Ele responde por homicídio, por colocar outras pessoas em risco e por ser um menor de idade em posse de arma de fogo — a lei de Wisconsin impede que menores carreguem armamento.
O pai de Anthony Huber, uma das vítimas, acusou a defesa do jovem de receber favorecimentos para conseguir pagar a fiança. Para ele, grupos milicianos armados do país podem acabar protegendo o adolescente assassino das forças oficiais de segurança.
Ano de protestos antirracismo
Manifestantes protestam contra brutalidade policial em Kenosha, Wisconsin, neste sábado (29)
Morry Gash/AP Photo
A violência aumentou em Kenosha e outras parte dos EUA principalmente depois que ativistas pró-polícia — inclusive milícias armadas — entraram em choque com os manifestantes que protestavam contra a violência racista policial.
O ano de 2020 foi marcado nos EUA por protestos volumosos contra o racismo após diversos casos de violência policial motivadas por raça virem à tona. Além do caso Blake, as mortes de George Floyd, Breonna Taylor e Daniel Prude revoltaram a população americana, que tomou as ruas das principais cidades do país principalmente entre maio e setembro.
NO BRASIL: Homem negro espancado até a morte em supermercado de Porto Alegre
Em alguns casos, houve depredação e saques. No entanto, o que se viu na maioria das vezes foram atos pacíficos, inclusive com participação de policiais e autoridades.

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