O papel de um gestor diante de fofocas e exageros de exposição


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Conversas de corredor, desabafos no almoço, mensagens secretas, quem nunca viu isso acontecer no ambiente de trabalho? As “panelinhas” e as fofocas são corriqueiras e, dependendo da intensidade, podem ser prejudiciais, pois acabam afetando o desempenho e a produtividade de muita gente. E nessas ocasiões a atuação de um bom gestor é indispensável.  

As fofocas existem normalmente em dois tipos: as “recreativas”, que servem como passatempo e normalmente não trazem problemas, e as fofocas maldosas, que atingem injustamente a imagem de quem não faz parte dos “grupinhos” ou pensa diferente.

Profissionais que se expõem demais e acabam se tornando assunto de corredores também é um dos problemas que devem ser tratados pelos gestores. 

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Como foi dito, dependendo da intensidade, a fofoca pode ser muito prejudicial para a produtividade da equipe, pois afeta o desempenho de equipes ou grupos inteiros. As pessoas gastam mais tempo criando estratégias para se precaver ou se defender de boatos do que trabalhando e produzindo resultados.

Essa prática também afeta negativamente o clima organizacional e diminui a autoridade dos gestores que se omitem.  

Postura do Gestor  

A Executive e Master Coach, Bibianna Teodori, comenta sobre a postura ideal de gestores mediante essas situações.

— O papel do líder é fundamental para administrar as fofocas e os conflitos que elas (sic) geram no trabalho.  Sendo assim, o gestor precisa mostrar autoridade ao não tolerar boatos maldosos, identificando a origem, o autor da fofoca e punindo com chamadas, advertências e em último caso até mesmo, uma demissão.

*O conteúdo acima é de responsabilidade da Catho

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