Google pede remoção de barreiras regulatórias para carros autônomos nos EUA


Atualmente, existem 75 padrões de segurança para esse tipo de carro no país. Carro autônomo da Waymo roda por Phoenix, nos EUA
Caitlin O’Hara/Reuters
A Waymo, unidade de automóveis autônomos Alphabet, empresa que controla o Google, pediu na quinta-feira (29) para a Administração Nacional de Segurança no Trânsito nas Rodovias (NHTSA) dos Estados Unidos a remoção das barreiras regulatórias para carros sem volantes e pedais de freio.
Atualmente, as montadoras devem atender a quase 75 padrões de segurança para carros autônomos, muitos deles escritos sob a premissa de que um motorista está no comando do veículo usando os controles tradicionais.
“A NHTSA deve agir rapidamente para remover barreiras e garantir a segurança”, disse a Waymo em uma carta depois que a agência de segurança automotiva solicitou comentários públicos em maio “sobre a remoção de barreiras regulatórias desnecessárias à introdução segura de sistemas de direção automatizados”.
A NHTSA deve primeiro abordar os padrões de segurança que assumem que um humano está ao volante antes de revisar as regras para abordar configurações alternativas de assentos, disse a Waymo.
Isso “permitirá a implantação oportuna” de veículos sem controles manuais, acrescentou a Waymo.
A NHTSA tem dificuldades há mais de três anos para abordar esses requisitos.
Outras grandes empresas também lançaram luz sobre questões complexas que envolvem testes, aquisições e avaliações de veículos autônomos.
A General Motors disse em um cometário que “é imperativo que a NHTSA continue a direcionar esse diálogo crítico com senso de urgência para que a evolução necessária das regulações mantenha o ritmo dos avanços na tecnologia”.
A Honda e a Lyft, empresa concorrente do Uber, disseram, em um comentário separado, que a agência poderia reconhecer carros autônomos como uma classe separada de veículos.
Segundo os comentários preenchidos pelas montadoras e empresas de tecnologia, a agência poderia levar até pelo menos 2025 para reescrever regras com os diferentes padrões de segurança.

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